culturaNeste final de semana (18 e 19), no Sítio do Vereador Anivaldo Quirino da Silva ( Barba), reuniram toda a sua família. O encontro ajuntou cinco gerações do senhor Logino José Miguel.
Com parentes de diversos estados e cidades do país a confraternização durou dois dias de muita festa e alegria gerada por todos.
No encontro ouvimos grandes histórias contadas pelos mais antigos. Em destaque as festividades que eram realizadas na ainda existente Igreja São Sebastião de Rialma, comemorada com leilões e distribuição de vinte latas de doces feito pela própria família.
A doação de Logino de um terreno para a construção da primeira escola de Rialma construída no Córrego do Banho. A Escola Municipal Córrego do Banho.
A lembrança do saudoso Bernardo Sayão, quando esteve sempre presente nas festividades da igreja e das festividades da região.
A primeira travessia por dentro das águas do Rio das Almas pelo senhor Lojino José Miguel. O fato feito, seria a doação de madeira pelo Bernardo Sayão ao Senhor Lojino, mas este deveria retirar na Colônia Agrícola ainda em formação. Pela falta da ponte, corajosamente atravessou o rio com seu Carro de boi, dando caminho para que o engenheiro pudesse posteriormente conduzir suas máquinas pelo mesmo caminho.
(...) –“ Meu pai precisava de madeira cortada, só na colónia que tinha ( Ceres) . Ai Dr. Sayão falou pra ele que se conseguisse atravessar o carro de boi do outro lado, lhe daria a madeira. Meu pai atravessou”.
Logino foi um dos que ajudou na abertura da estrada para Castrinópolis, pois foi um dos primeiros a necessitar da estrada, pois tinha um caminhão, onde buscava e levava mantimentos no percurso Anápolis, Castrinópolis e posteriormente a Cang ( Colónia Agrícola).
Trabalhou e ganhou muito dinheiro na construção da Belém Brasília, hoje BR 153.
Sr. Longino José Miguel foi casado por três vezes. Com o falecimento de sua mulher e com filhos para cuidar não demorou muito a ter novos relacionamentos. Num total de 18 filhos.
Idevaldo Quirino um dos descendentes da família lembra e sorri com as peripécias contadas pelos tios de seu avô. A briga e disputa das estradas; desavenças de vizinhos por deixar porteiras abertas ao passar com destino a rua ( cidade). Os plantios de 18 alqueires com arado de boi; A fartura nas colheitas de arroz. Sempre colhendo em média 700 sacas de arroz batidos no braço; trinta carros de milho no paiol ( Carros de bois cheios de milho)... Entre outras boas façanhas de ouvir pelos mais antigos.







